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O PROCESSO DE DESIGN

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“O que procuro e como procuro, quando estou a projectar.”

Em forma de síntese, o projecto passa por várias etapas, etapas essas que funcionam como um puzzle, ou seja, todas elas são verdadeiramente importantes para que o projecto, no seu todo, se complete e seja um sucesso.

Isto porque, um projecto de sucesso é uma conquista que só é conseguida quando o profissional verdadeiramente mergulha em todo o seu processo.

Daí que numa primeira fase, há a recolha – junto do cliente, de todas as questões e orientações que tem. Ouvir é a chave de entrada para o novo projecto. Só o cliente conhece as suas motivações, o que pretende e como se imagina a sentir dentro do espaço proposto a alterar ou criar. A partir daqui, o profissional já terá as “keywords” para uma introspecção do pretendido. 

Começa já aqui o segundo estudo de arranque, que passa por recolher exemplos que podem servir, tanto de base de inspiração para o profissional, mas também, para que o cliente consiga já – de uma forma mais visual – demonstrar os ambientes que procura ou sonha conquistar. Muitas vezes, esta troca de imagens / exemplos, surgem até da procura do próprio cliente. Deverá ser muito respeitada esta procura, até porque, é um grande marco de orientação para o projecto. Muitos profissionais, poderão entender se são os mais aptos ou não para ajudar o cliente – sendo esta uma questão de ética, responder com a solução enquadrada com a necessidade do cliente.

Com esta fase, o profissional ajuda também o cliente a objectivar e a deslocar o cenário do cliente para o cenário a nascer em projecto. De todo, os projectos pretendem-se únicos e não cópias uns dos outros. Há uma grande importância em reconhecer o que é uma inspiração. A identidade do profissional é, de todo, a maior mais valia e é o que o destacará no mercado e fará as pessoas o procurar.

É isto que pretendemos cá na Inlinea. Que o nosso estilo de desenho fale por si e desta forma conquiste o mercado.

Portanto, procure inspiração, partilhe-a com o profissional Designer de Interiores ou Arquiteto, verá que os resultados que partem desta partilha serão fantásticos para si.

A fase seguinte, parte do reconhecimento do existente, portanto, levantamento arquitectónico ou topográfico, exigindo visitas ao local com ferramentas apropriadas.

Daqui, parte-se para os esboços, croquis, ou outras tentativas de expressão artística que sirvam como ferramenta base para se encontrarem matrizes equilibradas entre a beleza e funcionalidade.Todos queremos ambientes bonitos mas também que estes sejam funcionais. Que tenham um balanço equilibrado com as actividades chave que irão ser desempenhadas em cada um dos compartimentos / espaços.

Daqui, começam a nascer desenhos já rigorosos, com medidas bem definidas. A partir deste ponto, começam a aparecer os, muito desejados, 3D´s.

Há designers / arquitetos que gostam de resultados em desenho, longe do universo informático. Não há regras. O desenho é uma linguagem de comunicação. Compete a cada um conseguir uma linguagem, seja ela desenho á mão ou desenho 3D resultado do computador, que o cliente e todos os intervenientes na obra consigam ler e saber perfeitamente o que se está a comunicar. Cá na Inlinea, somos muito exigentes com os 3D´s. Pretendemos 3D´s poderosos e rigorosos elaborados, que enunciem bem o que é pretendido em obra. Que as imagens coloquem o cliente e todos os profissionais envolvidos como se estivessem já no local e ambiente. Que o sintam através da imagem e percebam em detalhe todo o pretendido, assim como os materiais escolhidos.

Conseguido o resultado, devidamente acordado entre o cliente e o profissional, passa-se para a parte dos rigorosos. Esta parte, envolve todos os desenhos rigorosos (plantas / cortes / alçados / 3D´s) para uma exacta realização e planificação da obra. Para esta ultima parte, o cliente tem de sentir satisfação completa no projecto. Tem de se sentir verdadeiramente feliz e realizado com a solução encontrada. Que esta esteja dentro das capacidades do local a intervir, dentro do orçamento e do ambiente ou ambientes desejados.

Cá na INLINEA, é por isto que trabalhamos afincadamente.
Vou deixar aqui uma fotografia que reflecte, muito resumidamente,  o que acima descrevi.

O cliente, pretendia uma casa pré-fabricada para fins turísticos. Depois de discutidas as ideias do cliente, com exemplos que me trouxe, á esquerda um esboço feito á mão e á direita um resultado em 3D da proposta, que surge durante o processo dos rigorosos, não sendo este um 3D final. Permite-me a mim e ao cliente dirigir o projecto até ao mais detalhado pormenor.

O cliente adorou todo o processo e já está em andamento o fabrico de unidades para fins de turismo rural.

No próximo ‘post, mostro-vos mais sobre este projecto! Adorei fazer, e acima de tudo, saber que fui uma mais valia para o meu cliente.

Tenho mais 3D´s do projecto, no entanto, estes reflectem o processo do desenho livre ao 3D, pertencente ao processo. Os 3D´s finais, mostro no post a seguir. 🙂

Gustavo Freitas Carvalho
INLINEA – RDE

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